E, me ocorre também, não sei o quão compreensível posso ser.
Essa mania de botar palavras em todo processo mental e sempre achar que as coisas são mais do que acho, me come um pedaço da felicidade.
Dizem que a felicidade nunca é plena, e o que existe, são momentos felizes.
Então quem vai me avisar quando os tais momentos chegarem? Eu os procuro, demais. E deve ser por isso quem quase nunca acho.
Estou sempre atenta quando não preciso. Esses detalhes banais, algumas vezes, são tudo que noto.
Vou me concentrar menos.
Decidir o que é vida séria e o que é sonho.
Vida séria vivo de olhos abertos. E Sonhos apenas sinto de olhos fechados.
E, aproveitando a oportunidade - e com um certo medo de parecer ridícula - te desafio a me desconcentrar. Por que, afinal, creio que isso seja meio sonho.
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