outubro 17, 2010

Good night, sweetheart. Hope that you dream with me.

Não sem quão compreensível será o que vou escrever.
E, me ocorre também, não sei o quão compreensível posso ser.

Essa mania de botar palavras em todo processo mental e sempre achar que as coisas são mais do que acho, me come um pedaço da felicidade.

Dizem que a felicidade nunca é plena, e o que existe, são momentos felizes.
Então quem vai me avisar quando os tais momentos chegarem? Eu os procuro, demais. E deve ser por isso quem quase nunca acho.

Estou sempre atenta quando não preciso. Esses detalhes banais, algumas vezes, são tudo que noto.

Vou me concentrar menos.
Decidir o que é vida séria e o que é sonho.
Vida séria vivo de olhos abertos. E Sonhos apenas sinto de olhos fechados.

E, aproveitando a oportunidade - e com um certo medo de parecer ridícula - te desafio a me desconcentrar. Por que, afinal, creio que isso seja meio sonho.

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