E a gente vai por aí, se completando assim meio torto mesmo. E Deus escrevendo certo pelas nossas linhas que se não fossem tão tortas, não teriam se cruzado.
novembro 09, 2010
novembro 08, 2010
Todo amor é burro
"Gostar de alguém é pior do que jogar na mega-sena. As apostas são altas e as chances de você encontrar um "felizes para sempre" são, de longe, bem mais difíceis que a de ganhar alguns milhões de reais. Se dinheiro trouxesse amor verdadeiro eu jogava na mega-sena religiosamente, sem falta. Infelizmente, ainda nos resta apenas apostar na reciprocidade.
Pense. Com 6,6 bilhões de pessoas mundo afora, quem encontrar um amor de verdade de certo nasceu com o bumbum virado pra lua. Não só encontrar, mas encontrar na hora certa, com o humor certo, o status no Orkut certo e os planetas alinhados. Complicadíssimo. Não conheço ninguém que precisou mudar status no Orkut pra ganhar 1 milhão na mega-sena, ninguém!
Costumo dizer que mega-sena é um jogo para os que são ruins de matemática e, portanto, nunca pararam para pensar o quão pequenas são as chances reais de levar a bolada. Se assim for, todo amor também é burro. A gente acorda, conhece um monte de gente e se doa por completo - às vezes se doa pela metade -, passamos por momentos felizes, passamos por momentos tristes; chegamos a acreditar em príncipes encantados, depois queremos voltar para o pântano, ficar pra titia ou virar freira, porque dá muito trabalho esse negócio de amar intensamente e sem se machucar ao mesmo tempo. Ainda assim, contra todas as estatísticas e matemáticas, nos levantamos no dia seguinte e damos a cara a tapa pelo próximo que nos fizer achar que vai valer a pena. Jogamos de novo, apostamos ainda mais alto. Se apostar na mega-sena faz bem ao coração, quem dirá apostar nas paixões, não é mesmo?
Dizem que quem não tem sorte no jogo, tem sorte no amor. Como rica não sou, continuo apostando no outro prêmio.
Jogo todos os dias. Tem me feito muito bem ser ruim em matemática."
novembro 06, 2010
Escrevendo
outubro 20, 2010
Até quando?
"Sabe, eu me perguntava até que ponto você era aquilo que eu via em você ou apenas aquilo que eu queria ver em você, eu queria saber até que ponto você não era apenas uma projeção daquilo que eu sentia, e, se era assim, até quando eu conseguiria ver em você todas essas coisas que me fascinavam e que no fundo, sempre no fundo, talvez nem fossem suas, mas minhas, e pensava que amar era só conseguir ver, e desamar era não mais conseguir ver, entende?"Caio Fernando de Abreu
outubro 19, 2010
Vai passar.
" Olhe, não fique assim não.. vai passar. Eu sei que dói. É horrível. Eu sei que parece que você não vai agüentar, mas agüenta. Sei que parece que vai explodir, mas não explode. Sei que dá vontade de abrir um zíper nas costas e sair do corpo porque dentro da gente, nesse momento, não é um bom lugar para se estar. (Fernando Pessoa escreveu, num momento parecido, "hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu").
Dor é assim mesmo: arde, depois passa. Que bom. Aliás, a vida é assim: arde, depois passa. Que pena. A gente acha que não vai agüentar, mas agüenta as dores da vida. Pense assim: agora tá insuportável, agora você queria abrir o zíper, sair do corpo, encarnar numa samambaia, virar um paralelepípedo ou qualquer coisa inanimada, anestesiada, silenciosa. Mas agora já passou. Agora já é dez segundos depois da frase passada. Sua dor já é dez segundos menor do que duas linhas atrás.
Você acha que não porque esperar a dor passar é como olhar um transatlântico no horizonte estando na praia. Ele parece parado, mas aí você desvia o olho, toma um picolé, lê uma revista, dá um pulo no mar e quando vai ver o barco já tá lá longe.
A sua dor agora, essa fogueira na sua barriga, essa sensação de que pegaram sua traquéia e seu estômago e torceram como uma toalha molhada, isso tudo - é difícil de acreditar, eu sei - vai virar só uma memória, um pequeno ponto negro diluído num imenso mar de memórias. Levante-se daí, vá tomar um picolé, ler uma revista, dar um pulo no mar. Quando você for ver, passou.
Agora não dá mesmo pra ser feliz. É impossível. Mas quem disse que a gente deve ser feliz sempre? Isso é bobagem. Como cantou Vinícius: "É melhor viver do que ser feliz". Porque pra viver de verdade, a gente tem que quebrar a cara. Tem que tentar e não conseguir. Achar que vai dar e ver que não deu. Querer muito e não alcançar. Ter e perder. Tem que ter coragem de olhar no fundo dos olhos de alguém que a gente ama e dizer uma coisa terrível, mas que tem que ser dita. Tem que ter coragem de olhar no fundo dos olhos de alguém que a gente ama e ouvir uma coisa terrível, que tem que ser ouvida. A vida é incontornável. A gente perde, leva porrada, é passado pra trás, cai. Dói, ai, eu sei como dói. Mas passa.
Tá vendo a felicidade ali na frente? Não, você não tá vendo, porque tem uma montanha de dor na frente. Continue andando. Você vai subir, vai sentir frio lá em cima, cansaço. Vai querer desistir, mas não vai desistir, porque você é forte e porque depois do topo a montanha começa a diminuir e o unico jeito de deixá-la pra trás é continuar andando.
Você vai ser feliz.
Tá vendo essa dor que agora samba no seu peito de salto de agulha?
Você ainda vai olhá-la no fundo dos olhos e rir da cara dela. Juro que tô falando a verdade.
Eu não minto.
Vai passar."
Antonio Prata
outubro 17, 2010
Good night, sweetheart. Hope that you dream with me.
04:14 / 05:14
outubro 11, 2010
setembro 29, 2010
Edificando

Você se ama, se cuida, se diverte e faz amigos. Faz amigos!
setembro 23, 2010
Keep going, heart.
Mas deixando os enfeites de lado, cansei de idiotas. Vazios e sem sentido. Pessoas que são simplesmente levadas pela corrente já não me satisfazem.
setembro 22, 2010
“E eu corro no espelho de novo e repito cem vezes que não gosto de você. Não gosto de você. Não gosto de você. Porque se eu gostar de você, eu sei que você vai embora. E eu simplesmente não agüento mais ninguém indo embora. Porque nessa vida maluca só se dá bem quem ignora completamente a brevidade da vida e brinca de não estar nem aí para o amor. E eu preciso me dar bem e por isso ignoro minha urgência pelo amor. Porque, se você sentir urgência em mim, vai é correr urgente daqui. Chega.”
setembro 02, 2010
setembro 01, 2010
agosto 30, 2010
It's hard to be sad

Geralmente não é preciso 'desabafar' alegria. Alguns sorrisos expressam o que tem dentro da gente e isso não incomoda.
Já quando nos machucamos, a dor ocupa mais espaço, é mais difícil de lidar. E na maioria das vezes chorar não é o bastante pra se livrar dela. Nós escrevemos livros, fazemos músicas, conversamos, tentamos entender algo tão abstrato, aquilo que foi feito só pra sentir...
Até que o sorriso tomar conta nosso coração e do nosso rosto. De novo e de novo...
agosto 26, 2010
Nothing worth it.
agosto 25, 2010
Amor de ponto de ônibus
Aí você sai de casa às 7h da manhã para ir ao trabalho, num clima que não se decide se chove ou faz sol, mas que de um jeito ou de outro vai lhe incomodar. Pudera. São 7h da manhã. Claro, se você acorda às 6h, pra sair às 7h e chegar no trabalho às 9h, é porque você não tem carro. Logo, ainda lhe resta encarar um cheio, sujo e chacoalhante ônibus.
A mochila, que normalmente tem no máximo uns 2 quilos, parece pesar um saco de batatas e seu All Stars novinho incomoda mais do que se você estivesse descalço no aslfato. Pais levando seus filhos mal-criados para a escola buzinam loucamente, de modo que nem headphones tocando Mastodon no máximo vão lhe livrar da barulheira.
São 7h da manhã, e nem o cheiro de pão quentinho na padaria e os R$ 10 que você achou no chão vão lhe animar. Tem mil e quinhentas pessoas no ponto de ônibus, e isso não ajuda nem um pouco a melhorar o seu humor. Aliás, até chegar às 18h da sexta-feira, NADA vai melhorar o seu humor.
Ou quase nada.
Mochila verde escura cheia de bottons, cabelos curtos e cacheados, All Stars branquinhos iguais aos seus, olhos castanhos claros, blusa azul escura minuciosamente amassada e exatos 1,65m de altura que só Deus sabe como você mediu. Ela está lá, ouvindo alguma música bem pop no iPod, por mais poser que o short jeans cinza escuro a faça parecer.
Paradinha, quase completamente desligada do resto do mundo, cantarolando Lady Gaga bem baixinho, só mexendo os lábios. Ou poderia ser Primal Scream, ou Dead Weather, ou Pato Fu, ou qualquer outra banda que coincidentemente você também adora, ou um podcast bem retardado que você achou que só malucos como você acompanhavam, ou entMEU DEUS DO CÉU LÁ VEM O ÔNIBUS E AGORA? Como você vai saber se ela tem cheiro de perfume Carolina Herrera?
Sorte sua que Joseph Climber é um sábio, e a vida é uma caixinha de surpresas. Por intervenção divina ela entra no mesmo ônibus que você, para bem na sua frente na hora de pagar a passagem, fica em pé costa a costa com você enquanto não tem lugar vago e senta bem do seu lado quando os dois carinhas que estavam medindo seus bíceps em voz alta resolvem descer.
Aí você descobre que ela usa SIM perfume Carolina Herrera, e que lê revista da Turma da Mônica, e que faz faculdade de jornalismo na mesma faculdade que você fez, e que ela tem vergonha de olhar as pessoas nos olhos e que ela é exatamente do jeitinho que você imaginou que o grande amor da sua vida deveria ser.
E você fica imaginando cada programa esdrúxulo que vocês fariam no fim-de-semana, e cada complicação na hora de escolher que filme vocês vão baixar porque cinema tá caro, e cada vez que ela ia tropeçar nos próprios pés e rir de si mesma, e cada jantar num bistrô exótico em que ela achasse normal pagar R$ 80 num sorvete, e cada noite acordado junto com ela ajudando-a a fazer aquela série de reportagens chatas sobre ONGs para aquela professora megera…
Você a olha discretamente, reparando em cada mínimo detalhe, percebe (ou acha que percebe) que ela também lhe dá uma espiada marota, disfarça, tenta ser displicente, quase com se o simples fato de ela estar ali do seu lado no ônibus seja um encontro, um flerte. Cogita que ela possa descer no mesmo ponto que você, para que de repente vocês troquem duas ou três palavras despretensiosas e você consiga majestosamente descobrir o nome dela.
Especula até que, por uma conjunção dos astros, ela possa estar indo para o mesmo lugar que você, com algum interesse completamente inesperado que futuramente vai ser motivo de risadas entre vocês num domingo chuvoso em que a única coisa a fazer será ficar debaixo do edredon assistindo aquela série que ambos estão atrasados. Ou dormindo. Ou comendo porcaria. Ou brigando. Ou fazendo as pazes.
A sua fantasia o leva até a pensar que “Deus do céu, parece coisa de filme”, o leva a ter esperanças de um final feliz, o leva a pensar que essa história de destino é verdade e que por uma grande ironia do universo ou de um gerador de improbabilidade infinita você estava no lugar certo, na hora certa e com a motivação certa. “Minha hora chegou!”
Aí ela desce do ônibus.
agosto 21, 2010
Drunk Hapiness
As pessoas na maior parte das vezes em que bebem, não é porque gostam, e sim porque querem se esconder, se confundir, esquecer de coisas que vivem ali enquanto conscientes, agulhando-as; então pensam que depois de umas viradas de copo, já estão prontas para serem mais felizes, ter coragem de fazer o que não se faz de jeito nenhum enquanto sóbrio, e até mesmo cogitar a idéia tola de enlouquecer permanentemente.
Quanto mais forte a bebida, maiores são as esperanças depositadas nela, que mesmo sabendo que não duram muito, se satisfazem com somente algumas horas…
A pior parte vem depois, o dia seguinte, em que se vêem em si novamente e percebem que ou fizeram algo que não era para ser feito, e se arrependem de ter feito aquilo em momento indevido, mas mesmo assim continuam bebendo, continuam acreditando nessas doces ilusões que se tornam quase sempre em amargas realidades.
Então se é para esquecer nem que seja por um momento, por favor, me ve mais um daqueles sonhos engarrafados, ou uma consolação líquida e pode vir também com alegria pós ingerida e que seja sem arrependimento.
agosto 16, 2010
Agora vou contar essa história: (...)
Não me contento em ser apenas narradora desses contos de fadas, o papel que seria tão fácil!
Mas sou feliz assim, a partir do momento em que me encaixo no meu papel de narrador personagem, e começo a ver que isso é realmente pra mim.
E ao me acostumar com a idéia, acabo achando a beleza dela. E assim as coisas seguem...
agosto 15, 2010
Actually, it never ends.
I'm just afraid of doing it wrong... I mean, like ever!
agosto 11, 2010
Just a letter (...)
I miss you. I miss how you cared for me,
how you always make my day, how you used to
cheer me up, and how you make me feel that you love me.
I miss everything that you used to be
WHAT HAPPENED?
Love, Me.
agosto 10, 2010
it sucks!
- Caio Fernando de Abreu
Reed my mind!

Em meio aos berros da minha professora de redação me pego pensando: Qual seria o sentido da minha escrita? Escrevo para desabafar, para me explicar, e as vezes só pra tornar real. Já pensei estar me expondo demais, ao tentar me decifrar em palavras, entrego muito de mim. E talvez seja essa a beleza em colocar a alma na escrita. Descrever meus pensamentos, até os mais profundos e secretos, aqueles que tem dono e os que são só por mim.
Escrevo, descrevo, me explico demais e me entrego.
E você, ao me ler me tem e me sabe. Deixando um pouco de lado minha complexidade e frescura, sendo direta: Ao me ler, tens a parte mais fácil de mim, aquela que sei transpor, aquela que já tento entender.
agosto 05, 2010
I miss him

I know, I shouldn’t. I know, really, that it’s not him I miss, it’s the idea of him. It’s the idea of having a guy to spoon with at night, a guy to go to the movies, a guy who I want to share my day with, a guy who I want to know everything about. I know its not him. But it’s him. I miss the way he laughs. I miss the flerty e-mails. I miss knowing how he’s doing…
I just miss him…
julho 28, 2010
It just hurt to much to keep
É só parar de doer um pouco pra eu me sentir a vontade pra me jogar no mesmo buraco.
Amor? Não se pode chamar assim. Definiria como uma "paixão regada de ciúmes do passado". Essas coisas não me fazem bem, você não me faz bem.
Mas agora, fazer doer tudo denovo, já é o bastante pra repetir o "nunca mais".
Espero que seja realmente nunca mais.
julho 27, 2010
Too much to think

Não faço nada. E esse tempo ocioso me faz pensar demais nas coisas, como deveriam ser e o porque de não estar certo. Me faz pensar também que talvez sejam esses pensamentos que me impedem de me ocupar.
Não sei se precisamos sempre que alguém nos dê conselhos para sabermos o melhor a fazer, mas uma lição tirei de mim, não precisamos consertar tudo agora.
Ler um livro, estudar, ouvir música e escrever. Não preciso me vingar de nada, por mais que as vezes encomode.
Dar conselhos a si mesmo pode nos fazer sentir inseguros. Mas acredite, a pessoa que sabe melhor o que está acontecendo, é você mesmo.
julho 20, 2010
No one would listen to it, cause no one else cares.
Frustrada comigo.
Odeio não saber, odeio não sentir.
Procuro no fundo das lembranças todos aqueles antigos sentimentos
Amor, alegria, tristeza, ansiedade, paixão...
Mas só fico aqui parada, sem dizer nada, sem sentir nada.
julho 19, 2010
Give a whisper, and give me a sigh.
Você nunca será bom o suficiente Enfim, seus defeitos me sufocam.
Sei que ainda vou pedir por você. Mas, por várias vezes em que meus desejos não foram atendidos, perdi o medo do não. Tanto porque, quem o grita agora sou eu.
julho 17, 2010
Nostalgia
Até que eu me lembre de todos os mínimos versos e detalhes.
Me assombra, me sequestra, me corrompe.
Você sabe que me sinto culpada.
Porque teve de acontecer?
Chegue mais perto, onde se escondeu?
eu já não consigo te tocar.
Diga-me.
Diga-me logo.
Quebre este silêncio,
feche os teus olhos,
abra o meu coração.
Eu já mudei tantas vezes, e você não me contradisse.
Porque? isso não era para se tornar antigo.
Meu codinome era talvez, mas acredite.
Você era uma certeza.
Leve daqui!
Sumir com todos seus beijos e carinhos, todos os seus sorrisos, sumir com todas as palavras bonitas que mexem comigo, com toda essa atenção e preocupação. E se eu pedisse pra você sumir com todo esse amor?
Mas sumiria também todo o meu medo? Sumiria a dor da insegurança? A culpa por ter tentado ser feliz sozinha, o medo de falar demais, pensar demais, ser de mais? Sumiria também a saudade?
Então, se sumir a dor e a insegurança, pode sumir!
Mas se não, deixe aqui meu coração. Leve contigo só a saudade, pouco a pouco, um poco a cada dia.
julho 14, 2010
julho 13, 2010
Não desisto de tentar
- Agora eu não posso, mas lembra das coisas...
lembra de hoje, lembra de quando você estava deitado no meu colo...
lembra de sábado passado
mas lembra bem, lembra de tudo
lembra que eu te amo.
Mas não nos deixe apenas com as lembranças,
pois não depende só de mim.
Lonelyness
Eu sei que as pessoas são todas esburacadas, mas o que move o mundo é a busca pelo revertério. Elas vão se preenchendo de música, de festa, de comida, de academia, de gente, porque têm fé no que chamam de amor. Nem que seja o amor próprio. Algo que faça brilhar os olhos, que esconda a realidade fria por alguns segundos ou mais. E o que atrai os outros, inconscientemente, é exatamente isso: essas pessoas parecem tão repletas que despertam fascinação e vontade de estar perto. Mesmo que não sejam repletas de verdade, mesmo que também procurem isso no mundo.
- Verônica H.
De onde vem a calma?
Aí me passou pela cabeça, que tudo é uma questão de aceitar as escolhas que fazemos. Mas creio que na maioria das vezes é bem díficil fazer a escolha certa. E aceitar a errada, sabendo que é tudo culpa minha? Perdão, mas sou orgulhosa demais pra deixar isso acontecer.
Mesmo sendo incrivelmente entediante, deixo as coisas acontecerem sozinhas, assim o risco de acabar com tudo cedo demais é menor.
"O medo sempre foi sentir falta, mas mudar de direção é preciso."
julho 01, 2010
“Amar apenas por cansaço de estar só é trair a si mesmo.”

É o meu medo? Pode ser que sim.
Mas é apenas um medo e não um motivo pelo qual deixaria de tentar.
Sinto falta de compartilhar sensações, trocar idéias, principalmente. E já vem de algum tempo atrás, não sei como era sem isso, acho que era essa a peça fundamental que faltava lá. É, pode ser.
Não vou te poupar de me conhecer, por dentro, por fora, cada lado bom e ruim. Afinal, você parece tão perto, não se livra de me entender.
Quero dizer, estou aqui, também!
junho 29, 2010
junho 28, 2010
junho 17, 2010
Doing it all again!
And the worst part is: before it gets any better, we're headed for a cliff
Desaprendi a viver sozinha, os calos do meu coração já haviam cicatrizado. Me sinto em carne viva agora, todos os sentidos tocam minha ferida aberta!
Passar a dor embreagada, tirando esperanças de um copo vazio... Me parece um tanto melancólico. E esse é um tanto que não se encaixa em mim, bloqueia meus objetivos, e tampa minha visão do que sonharei.
Digo, com um aperto na garganta, que agora não sonho. Nas verdade, continuo tropeçando em minhas palavras! Mas me sinto bem, sentia falta delas, sentia falta de mim mesma...
Isso tudo é muito grande, são muitos os pontos de vista, o que torna praticamente impossível estar de acordo com as idéias de todos. Ficaria feliz em agradar apenas aqueles que trazem o sorriso do meu coração à minha boca, os que fazem o sol brilhar quente e realmente se importam.
Já duvidei da existencia, desse tal sentimento, já passou pela minha cabeça que tudo com o que se pode contar é sua família... Esse pensamento precende, porém, acredito que o amor e consideração passam um pouco disso, embora não muito...
maio 17, 2010
Old words, wish I had forget it
Seria realmente bom se vocês viessem se retratar logo. Antes que eu exploda. Assim seria pior. Ah sim, bem pior!
Não que fosse capaz, nem que tivesse vontade de vê-los sangrar. Mas sabia que se essa frescura durasse um pouquinho mais que o suportável iria, realmente, ferí-los. Da maneira que tinha mais prática, a que preferia. Portanto, fazia muito melhor.
maio 12, 2010
You will always shine brighter than everyone!
Não quero, de modo algum, deixar minha alma se perder nesse emaranhado de problemas que não são realmente meus, nesse mundo frio, sem carinho, compaixão, um resto de humanidade sequer...
"I'm really believing that you're all what keep me alive and warm"
Não posso esconder. Eu sinto falta sim, de toda a confiança cega que mantinha quando e tratava de você, de nós... Mas ainda não te perdi de vista, ainda te mantenho comigo, dentro de mim.
Só lamento te sentir tão longe do que constumava me tirar o fôlego... Ah baby, você costumava ser o fim que justificava os meios. Mas agora, te perco nos meus meios. E sinto sua falta!
Just a little part..
Penso que tudo está bem. Mas isso é quando não vejo mais o problema, no entanto, creio que fechar os olhos sempre não seja a solução certa. Ou seria?
Porque eu não estava a procura de um calmante, ou uma anestesia pra situação. Estava, na verdade, ansiando a cura... Existiria, ao menos, alguma cura?
Tenho fugido
Tenho fugido de papel e caneta. Escrever torna tudo real.
Fico fugindo dos fatos, do futuro, dessas afirmações que são lógicas, mas
injustas. A morte é muito injusta. As pessoas saindo de nossas vidas sem
possibilidade de lutar contra, é injusto. Eu não escrevo há mais de um mês e
esse não é um bloqueio comum de criatividade. Tem dores que não devem ser
verbalizadas. Tem dias que não devem ser escritos.
maio 02, 2010
(...)
Gostaria de entener o que os meus pensamentos dizem. Mas não consigo os ouvir bem, é muito barulho... E não, não irei abaixar a música. Sempre me escondo nela, ao fingir que não escuto. Aliás, é urgente a necessidade de parar de fingir, mas ser verdadeira se torna quase impossível diante disso.
Tenho que parecer forte. Porque na realidade, teria que ser forte. Mas na prática isso exige muito mais. Então...
abril 26, 2010
There's always hope

abril 25, 2010
The ending feeling
E a vontade de nada tá se tornando insúportavel. Cada vez mais vejo que não me encaixo aqui, sem porque, penso ás vezes que pode ser frescura, mas não, não rola nada.
Não, não to feliz, to desconfortável.
abril 18, 2010
Till forever

Você é tudo que há em mim, e uma das poucas coisas em que realmente confio... Não deixarei isso escapar por caprichos, ou até mesmo por um momento de raiva ou incompreensão, quando são muito maiores e mais memoráveis nossos momentos de alegria e amor...
Ainda passaremos por muito meu bem, nós temos uma vida toda pela frente e estaremos vivendo juntos até quando quisermos, enquanto o amor durar e a platéia que nos segue não importar. Não precisamos nos focar no que está de fora, afinal, quando amamos tudo passa a acontecer dentro de nós. O que temos é muito melhor e mais bonito do qualquer outra coisa que podemos encontrar fora daqui... E o que a gente constrói amor, é o que vale levar pra frente.
abril 12, 2010
abril 08, 2010
Starting to fade away
Começar como uma cópia não era aceitável. - So, I'll take the lie. - O pensamento mais obscuro tomou conta do seu senso. Aquela era a noite, e nada passaria.
Não temos segundas chances e oportunidades não nos atingem como o vento frio do outono. I know, I won't live twice.
Ele não entenderia, talvez após aquela noite e tudo que estava pra acontecer, ela morresse para ele, por escolha própria e falta de escapatória. - I don't care, I don't care, Oh my.... - O passado a cobria como um manto que protege em qualquer noite fria. Mas aquele manto não a aquecia mais, se tornara fria e inalcançável, não se importava. A imagem era parte do passado, o que as pessoas viam dela já não encomodava, afinal, nunca se guiou muito por imagens, sempre foi mais de sons, sensações e perfumes.
Estava pronta, e sabia que não estava sozinha. I won't live my girls tonight, they're all I have...
(...)
( isso é um conto, totalmente fictício)
março 18, 2010
Smells like dangerous, even better.
Stay with me, just let me breath!
janeiro 10, 2010
janeiro 09, 2010
Hey, YOU!

Elas vão se preenchendo de música, de festa, de comida, de academia, de gente, porque têm fé no que chamam de amor.
Nem que seja o amor próprio.
Algo que faça brilhar os olhos, que esconda a realidade fria por alguns segundos ou mais.
E o que atrai os outros, inconscientemente, é exatamente isso: essas pessoas parecem tão repletas que despertam fascinação e vontade de estar perto.
Mesmo que não sejam repletas de verdade, mesmo que também procurem isso no mundo.
janeiro 07, 2010
Oh não ;
janeiro 06, 2010
Vai-e-vens

Veja bem, com tanta coisa começando com o propósito de acabar acho respeitável uma amizade durar.
Olhe por essa lado, tú me faz sorrir quando quero matar, ressuscita minha inspiração a loucuras, me faz chorar com a emoção de um futuro impossível.
É a simplicidade que me encanta. Acho que foi aí que me pegou.
Eu acredito em coisas pra sempre. Mas não acho que o que tratamos de "Amor" hoje em dia não é uma das eternas.
Aumenta-se muito, sobrecarrega-se incontrolávelmente.
Acompanhe a dedução.
Bata a porta do seu vizinho e fale:
Fulano, diga-me um livro bonito. Conte-me de um filme que você achou emocionante...
Seu vizinho, típico brasileiro, tapado, comum.
A resposta, nesse caso será, qualquer, livro ou filme, triste.
Pode ser uma tragédia, várias mortes, umas doença incurável daquelas que se vai a morte lenta e dolorosamente, despedaçando-se, um amor impossível, seguido por morte, ou pior, morte da esperança, um sonho, morto, digo, matado, assassinado não me cai bem. Lembra-me um som alto, um susto, um pulo, um erro, descuido, ou até mesmo falta de coragem.
Que muitos pensam ser a sobra da mesma. Bom, pode até ser, uma sobra inútil, opressora, controladora.
Mas voltemos a minha brilhante dedução.
O triste encanta. Porque a melancolia é tão admirada ?
Responda-me, sem drama. Se a lágrima escondida escorrer, já desconsidero sua opnião.





